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Governo está tomando todas providências para contenção de vazamento de óleo no Nordeste

 O Governo Federal está tomando todas as providências para o monitoramento, limpeza e apuração de responsabilidades relativas ao vazamento de óleo no litoral no Nordeste. Foi o que informou o presidente em exercício, Hamilton Mourão, nesta segunda-feira (21), por meio de nota. “O governo do Presidente Jair Bolsonaro, comprometido com a proteção do meio ambiente e do patrimônio nacional, está determinado a continuar agindo de forma eficiente, eficaz e efetiva para conter os danos causados pelos vazamentos de óleo, cujas causas serão apresentadas à sociedade brasileira”, afirmou. Segundo nota, desde o dia 2 de setembro, o Grupo de Acompanhamento e Avaliação, formado pela Marinha, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Ministério do Meio Ambiente, Ministério da Defesa, Ministério da Justiça, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e Agência Nacional do Petróleo (ANP), trabalha ininterruptamente para conter os danos ocasionados pelo derramamento de óleo no litoral do Nordeste. Trabalho conjunto A Marinha, que atua como Coordenadora Operacional das ações previstas no Plano Nacional de Contingência, divulgou que até esta segunda-feira (21) foram recolhidas 900 toneladas de resíduos nas praias do Nordeste. E divulgou o telefone 185 para que aqueles que avistarem novas manchas possam contribuir na identificação de óleo. A Marinha do Brasil realiza as buscas com embarcações e aeronaves, a colocação de barreiras de contenção, o recolhimento de óleo no mar por navios e por mergulhadores e a limpeza das praias. Já foram mobilizadas 48 Organizações Militares, com emprego de 1.583 militares, quinze navios, e uma aeronave, além de embarcações e viaturas pertencentes a diversas Capitanias dos Portos, Delegacias e Agências. Também atuam na operação 74 servidores, 10 viaturas, 1 avião e 2 helicópteros pertencentes ao Ibama. A Petrobras participa dos esforços para limpeza das praias atingidas, coletando mais de 200 toneladas de resíduos oleosos (mistura de óleo e areia) e mobilizando 1 navio especializado, helicópteros, cerca de 1.700 agentes ambientais e mais de 50 empregados. Óleo Segundo o Ministério da Defesa, quanto ao óleo cru, de acordo com análises independentes, realizadas pela Marinha, Petrobras e por Universidades, não é produzido ou processado no Brasil. Assim, após uma triagem das informações do tráfego mercante na região, a Marinha já notificou 30 navios-tanque, de 10 diferentes bandeiras, a prestarem esclarecimentos, buscando incessantemente identificar os responsáveis por esse crime ambiental. O Ministério da Defesa, por intermédio da Marinha, mantém contato com autoridades competentes dos países dessas bandeiras, com a Organização Marítima Internacional e com a Polícia Federal, visando elucidar os fatos. Todas as ações são coordenadas com o IBAMA, ICMBio, Polícia Federal, ANP, Petrobras, Exército Brasileiro, Força Aérea Brasileira, Universidades Federais, demais órgãos estaduais e municipais. Monitoramento Clique aqui para ter acesso ao hot site criado pela Marinha para acompanhar as ações. *Com informações do Ministério da Defesa