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Therezinha vê condições favoráveis à votação do PL dos professores

A deputada Therezinha Ruiz (PSDB) avaliou nesta quarta-feira (22) como favoráveis as condições para a votação nesta quinta-feira (23) do Projeto de Lei (PL) nº 293/2019, que trata do reajuste salarial e dos benefícios que contemplam os profissionais da educação no Amazonas. “Houve avanço, fruto de exaustiva  discussão entre os representantes sindicais da categoria dos professores, do Governo do Estado e da Assembleia Legislativa”, destacou a deputada.

Da tribuna da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), Therezinha afirmou que o PL garante de imediato aos professores a reposição salarial de 4,73% com pagamento retroativo a março, mês da data-base. O auxilio localidade que estava congelado há 20 anos, passará de R$ 30 para R$ 80, para os professores das sedes dos municípios e para os que atuam nas comunidades rurais, o auxílio será de R$ 120, beneficiando 17 mil servidores.

Já o auxilio transporte, segundo a deputada, será pago a todos os servidores da educação, enquanto que o auxílio-alimentação passa de R$ 420 para R$ 450.

O Projeto de Lei assegura também as progressões horizontais para 16 mil servidores e progressões verticais de 12%, 50% e 55% a 1,7 mil educadores.

Por sugestão de Therezinha Ruiz, o interstício de quatro anos nas promoções horizontais, vai diminuir para três anos e as promoções verticais serão automáticas. “Isso vai facilitar a vida dos professores, que ao darem entrada ao pedido de formação em mestrado ou doutorado, terão a sua promoção em 60 dias incorporada ao seu salário”, destaca a deputada.

De acordo com a deputada, a Seduc também se comprometeu em estudar a ampliação do plano de saúde da categoria, junto à Hap Vida, para que o atendimento se estenda aos  professores do interior do Estado.

Essas alterações, segundo Therezinha Ruiz, foram discutidas de forma democrática com as lideranças sindicais e deverão prosseguir. “O importante agora, é que as atividades na educação sejam normalizadas para darmos tranquilidade aos pais e para que os alunos voltem às aulas, depois da paralisação que já dura 38 dias, sem que haja prejuízos ao ano letivo e àqueles que vão fazer o Enem”, observou.